Sambinha da distância

Ela ainda sonha com um príncipe encantado
Que está tão longe, longe, longe
Ele ainda no escritório sempre muito ocupado
Acha que é triste, triste, triste

Ela ainda pensa mesmo que calada
Que a vida é bela, bela, bela
E pelos quilômetros da auto-estrada
Ele pensa nela, nela, nela

E se os dois um dia estivessem lado a lado
E se fosse certo, certo, certo
E se os dois desafiassem o que há de errado
E ficassem perto, perto, perto

Ela então um dia enfim saberia
O que é amar
E ele findaria com sua alegria
Todo esse penar

0 Replies to “Sambinha da distância”

  1. marjoriebier

    Que boniiiittttiiiiiinho, Bozo!!! Lembrei do Maia…

    “Não acabarão nunca com o amor,
    nem as rusgas,
    nem a distância.
    Está provado,
    pensado,
    verificado.”

    Besos

  2. suspirei ao ler o final. obrigada por manter a chama acesa do romantismo com o poema 🙂 ando precisando de todos os romantismos do mundo, tô deveras capricorniana.

  3. Mas o que você não entendeu??

  4. Damo, vc quis dizer Tele-Sambinha, né?

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